Arquivo de janeiro \26\UTC 2010

26
jan
10

Metallica no Brasil e eu não vou!!

Já estou conformado. Afinal, não daria pra ir mesmo, nem em SP, nem em POA, no estado que eu me encontro atualmente. Fazer o quê?

O jeito é ouvir no último volume alguns de seus maiores hits. Falando nisso, compilei há alguns anos atrás as minhas preferidas do Metallica em um CD só com greatest hits. Modéstia parte o CD ficou do caralho!! Dá uma olhada!

Comecei a gostar de Metallica na minha adolescência, influenciados por meus amigos marmotas e um pouco pela MTV, que no final dos anos 90 ainda passava os seus clipes na programação, como The Unforgiven II, The Memory Remains e Whiskey in the jar, além é claro das clássicas como One, The Unforgiven, Nothing else matters, Fade to Black e Enter Sandman.

Atualmente sempre que ouço Metallica, me recordo daquele meu tempo meio “rebelde sem causa”…

11
jan
10

2012 – O fim do mundo será tão clichê?

Ontem baixei e assisti ao filme 2012. Até pensei em assisti-lo no cinema, mas achei que seria o mesmo que “jogar dinheiro fora”. Cheguei a conclusão que seria mesmo.

O filme reúne o que tem de mais clichê em filmes do tipo catástrofes. Crianças (e cachorros) bonitinhas e boazinhas em perigo (que não sofrem nenhum arranhão durante todo o filme), a corrida contra o tempo (que faz parecer que até o MacGiver é mais realista), a soberania (e heroísmo) do governo norte americano sobre a população mundial… E é claro, muita cena de catástrofe. Em grande parte do filme, parecia que estava assistindo uma mistura de Independence Day e Titanic.

O que começa com a rachadura de uma rua partindo um supermercado em duas partes, vai se intensificando nas 2 horas e meia de filme até culminar na total destruição do Himalaia, que deixa de ser o ponto mais alto do planeta para o Cabo da Boa Esperança! Cenas trágicas como a destruição do Cristo Redentor no RJ, do Capitólio, da Casa Branca, do Hawaí, do Japão, e de boa parte do planeta são mostradas com qualidade perfeita. O único ponto positivo do filme na minha opinião.

Pois o filme peca em utilizar-se dos maiores e piores clichês, além de quantificar incontáveis erros físicos (que deixariam Sheldon Cooper doente). Como pode um homem correndo alcançar um avião em movimento e conseguir embarcar nele? Como pode uma chuva de erupções vulcânicas não atingir nenhum dos protagonistas do filme? Como pode um avião bater suas rodas numa montanha e não explodir? Aliás como pode os aviões conseguirem voar com tanta poluição causada pelos gases vulcânicos? Como pode os satélites operarem depois de tanta catástrofe? Como pode os jogos olimpicos de Londres ser cancelados em pleno mês de dezembro?

*Outros erros físicos deste filme pode ser visto no site do falha nossa:

http://www.falhanossa.com/2012.htm

01
jan
10

coisas que não esqueceremos de 2009

No post anterior, eu relatei por que quero esquecer o ano de 2009. No entanto, 2009 será sempre lembrado por ser…

Ano Internacional da Astronomia

Ano em que Michael Jackson morreu

Ano da gripe suína

Ano em que Vanusa cantou o hino nacional

Ano Geyse Arruda

Ano em que nos assustamos com isso