Arquivo de dezembro \29\UTC 2010

29
dez
10

Prova de recuperação

Fim de ano é época de recuperação… Uma das muitas chances que o aluno tem pra passar de ano. Mas uma prova como essa deveria fazer o aluno voltar umas três séries…

Esta prova foi enviada pra mim por um amigo, e provavelmente é de uma escola do Rio de Janeiro.

15
dez
10

Enfim, habilitado!

Na manhã de hoje, depois de quase longos 11 anos, eu finalmente consegui tirar minha carteira de habilitação…

Não é lorota não… Em 1999, com meus 19 anos (putzz… Tô velho), eu iniciei toda a burocracia para tirar carteira de motorista. Lembro que o primeiro passo foi tirar CPF… Então, um dia de tarde, saindo do CEFET, fomos Mateus, Rodrigo, Vaca, Vitalzin, Edssss e Eu na secretaria de estado da fazenda tirar o documento. Nesse mesmo dia apostamos quem de nós cinco tiraria a CNH primeiro…

A aposta e a praga

Na mesma época todos nós começamos a jornada em busca da carteira… Exame médico, psicotécnico (o que o Rodrigo tomou pau), aulas de legislação, auto escola… Um dia, em um estresse com o Vaca, soltei uma praga… Eu disse que ele só iria tirar carteira depois que eu tirasse. E se por um acaso ele tirasse antes, teria que me levar de carro até minha casa, no famoso bairro Guarani, reduto do saudoso 1502B…

Resultado: no mesmo ano Ricardo tirou a carteira… Eu nem havia sequer iniciado as aulas de legislação! Ele cumpriu a promessa e a praga voltou contra mim…

Em seguida, o Edsss tirou carteira, o Rodrigo, o Vitalzin… Não tive noticias de quando Mateus tirou, mas provavelmente muito antes de mim…

8 Anos depois…

Finalmente concluí as 30 horas de legislação e fiz umas 60 (ou mais) aulas de direção. Na prova teórica, 30 pontos… Nem eu tinha acreditado. Na prova prática…

1º exame: Venda Nova. Não fiz nada..

2º exame: João Pinheiro. Fiz pior que da primeira vez…

3º exame: Barreiro. Implicância do examinador.

4º exame: Barreiro. Não lembro o que me deu pau, mas deve ter sido vários erros.

5º exame: Santa Inês. Nem lembrava que fiz exame neste bairro.

6º exame: Mineirão. Bati no cone da baliza.

Perdi a pauta… E desanimei…

2 Anos depois…

Inicio de tudo de novo… Mas agora com determinação… Exame médico e psicotécnico, 45 aulas de legislação (em menos de 1 mês… Recorde), umas 40 aulas de direção…

1º (7º) exame: Mineirão. O primeiro ninguém passa mesmo.

2º (8º) exame: Mineirão. Uma chuva desgraçada que eu nem via as faixas na pista…

3º (9º) exame: Gameleira. Maldito cone da baliza.

4º (10º) exame: Enseada das Garças. Não foi um exame perfeito (confesso), mas o que importa é que acertei a baliza de segunda e o exame de rua foi tranquilo!!

Enfim… Livre da MALDIÇÃO DA PRAGA!

09
dez
10

Eu conhecia o assassino…

Caralho… Esta manhã eu fiquei imobilizado ao saber que eu conhecia o assassino do professor do Izabella Hendrix. O crime aconteceu na terça e desde então têm sido noticiado exaustivamente nos telejornais locais e nacionais, na internet, nos programas sensacionalistas e mas ainda nos jornais de 25 centavos. No entanto, apenas hoje, quando assistia ao Bom Dia Minas, pude ver uma imagem do assassino sendo levado pelos policiais. Tive a impressão que já havia visto aquele cara. Quando a locução disse o nome “Amilton Loyola“, eu fiquei em estado de choque. Eu conhecia o assassino.

Amilton Loyola era um dos professores da academia Malhação do Minas Shopping, na qual eu tenho malhado constantemente desde o mês de julho. Mas ele não era apenas um dos instrutores lá. Ele era o cara que fez minha ficha de treino e que me acompanhou nos exercícios durante dois meses.

O meu choque maior foi vê-lo sendo preso como assassino de um professor, num crime que está sendo repercursão nacional, por ser absurdamente absurdo. Apesar de dois meses o vendo três meses por semana, não tive contato maior a ponto de que pudesse falar que o conhecia a fundo. No entanto, nunca o vi como uma pessoa agressiva, bipolar, esquisofrênico, violento… Estava sempre na dele, calmo, sempre me cumprimentava apertando minha mão, as vezes conversava. Em setembro, ele deixou a academia e nunca mais o vi.

Dificil acreditar que um cara assim, pudesse matar alguém por um motivo tão banal. Mas matou. Um professor, como eu. Por mais gente boa que Amilton parecia ser, cometeu um crime e deve pagar pelo seu ato.

08
dez
10

30 anos sem Lennon